sábado, 18 de agosto de 2012

Auckland, Waitomo e Rotorua em 3 dias e meio

1°dia – sexta (25/05/2012)


Chegamos em Auckland por volta de 01h da manhã de sexta. Ao chegarmos no aeroporto, todo enfeitado com decoração maori, trocamos nossos dólares americanos por neo zelandeses e fomos em busca de transfers até o nosso albergue, que ficava a 23km do aeroporto. Pegamos o ônibus da empresa AirBusmuito confortável por sinal. Ele nos deixou na Queen Street, rua principal da cidade, bem perto da esquina com a City Road, onde ficava o nosso albergue. O problema é que tivemos que subir uma ladeira bem íngrime, com mochilões nas costas, às 2h da manhã. Chegamos muito cansados... para piorar a situação, nos deparamos com um cara muito mal encarado na rua, todo encapuzado, que nos deixou com certo medo, mas nada aconteceu, thank God.


Chegamos no albergue, fizemos o check in, compramos miojos e sucos na recpção e fomos deixar nossos mochilões no quarto, que era privativo, com duas camas de solteiro. Que cheiro de mofo horrível ! =( Se não estivéssemos tão cansados e fôssemos dormir apenas duas noites lá (esta inclusive), teríamos mudado de albergue. Os banheiros eram compartilhados com os outros quartos do mesmo andar, sendo uma para banho e dois com vasos sanitários. Descemos para cozinhar nosso super jantar, pegamos alguns panfletos de passeios e pontos turísticos e fomos dormir.




[caption id="attachment_226" align="aligncenter" width="517"] Quarto mofado.[/caption]

cordamos por volta das 9h, nos arrumamos e saímos para passear sem tomar café, porque não tinha no nosso albergue. Ali bem perto, nos deparamos com uma revolta dos locais perante alguma empresa de petróleo, pelo que entendemos. Eles estavam parados em frente a um hotel e tinha bastante policiamento lá. Seguimos andando, atravessamos a ponte Grafton Bridge, passamos em frente ao National Women's Hospital, e paramos para tomar café da manhã no Grafton Campus , da University of Auckland. Foi bom estar de novo em um ambiente acadêmico...deu até saudade.




[caption id="attachment_227" align="aligncenter" width="690"] Grafton Campus[/caption]

Depois andamos um pouco e entramos no Auckland Domain, parque enorme e muito organizado, que conta com vários campos para prática de esportes diversos. Até vimos pessoas jogando futebol, apesar de rugby ser o esporte principal do país.




[caption id="attachment_228" align="aligncenter" width="690"] Domain - sports, sports, sports[/caption]

Ainda dentro do parque, andamos até o Auckland War Memorial Museum, bastante imponente, mas não entramos. Depois visitamos o Winter Garden, bem simpático por sinal. Continuamos andando pelo parque e acabamos saindo dele onde e Grafton Road se encontra com a Stanley Street. Andamos por ali e confesso que não gostamos muito...não tinha nada de muito bonito para ser visto, apenas lojas e centros comerciais, não muito diferentes do que temos no Brasil. Seguimos até a Beach Road e viramos a esquerda, para voltar para a região mais turística. Ali melhorou bastante...rs




[caption id="attachment_229" align="aligncenter" width="690"] War Memorial Museum[/caption]

Passamos pelas docas, pelo Ferry Building na Quay Street, paramos para comprar um sanduíche no Subway ali perto e sentamos em um lugar com uma vista da baía fascinante. Depois entramos no Freddy's Ice House, bar todo de gelo, onde ficamos bastante agasalhados para suportar a temperatura congelante do bar (eles dão a roupa apropriada). Bebemos os drinks que estavam inclusos e curtimos o ambiente todo de gelo, inclusive as mesas, cadeiras, esculturas...muito legal! Pedimos para a mocinha tirar fotos nossas com a câmera deles, porque não podemos entrar com nossas máquinas. Compramos as fotos depois, por preços extorsivos, mas valeram a pena! =D




[caption id="attachment_231" align="aligncenter" width="690"] Bar congelado[/caption]

Saímos de lá e fomos em direção ao National Maritime Museum, onde vimos no caminho um barco mais luxuoso que o outro...que vontade de ter um...rs. Não entramos no museu. Depois decidimos andar pela Queen Street, repleta de comércios bacanas. Compramos o chip do celular para termos internet, fizemos um outro lanche e fomos em direção a SkyCity, torre enorme com alguns restaurantes, cassino e lojas. Subimos para ver a vista da cidade, linda demais, e fizemos reserva para o único horário livre no restaurante giratório. Enquanto a nossa hora não chegava, descemos para conhecer o cassino, que é o máximo! Enorme, super luxuoso, com muitas opções de diversão. Quase perdemos a hora ali... Subimos para jantar e acertamos em cheio nos pedidos (não lembro quais foram..). Os pratos e o vinho estavam maravilhosos e foram recomendados por nossa garçonete indiana, com o nome de "Nanda", minha xará praticamente. Saímos de lá super felizes e fomos jogar pela primeira vez juntos, muito excitados com a experiência.




[caption id="attachment_232" align="aligncenter" width="517"] A torre de Auckland[/caption]

Ganhamos dinheiro na roleta, por incrível que pareça e não conseguíamos sair de lá. Quando deu 03h da manhã, decidimos parar e voltamos para o albergue de taxi, porque sabíamos que tínhamos que acordar relativamente cedo. Foi ali que descobri que sou uma pessoa facilmente viciável. =P


2°dia – sábado (26/05/2012)


Acordamos às 9h, fizemos checkout do albergue, pegamos um taxi e fomos até a loja do carro que alugamos aqui do Brasil, EuropCar. Pegamos o Yaris, da Toyota, muito fofinho,  que pertencia a categoria mais simples. Achamos excelente o carro.




[caption id="attachment_233" align="aligncenter" width="690"] Mão inglesa na prática[/caption]

O mais legal é que lá, por ser mão inglesa, o carro é todo ao contrário e demoramos um certo tempo para nos acostumarmos. Erramos ao não alugar o GPS, porque só tínhamos um mapa precário, que nos fez perder muito tempo de viagem. Tínhamos que dirigir até Waitomo, onde  tínhamos agendado para 13h um rafting com a empresa Black Water Rafting. Nos perdemos feiosamente quando chegamos na cidade de Hamilton, pois não tínhamos nenhum mapa de lá e a cidade é relativamente grande, com ninguém nas ruas para ajudar. Ligamos para a empresa e remarcamos nosso horário para o mais tarde possível. O celular travou em alguns momentos e só quando ele decidiu funcionar direito, conseguimos usar o GPS e chegar até Waitomo. Foi por muito pouco que não perdíamos o passeio agendado. =O


Chegamos na empresa faltando 10 minutos para o passeio começar. Nos chamaram para colocarmos as roupas de neoprene, botas e luvas e explicar todo o passeio. Achamos que seria um rafting dentro de uma caverna, com direito a remadas, quedas d'água e outras coisas, mas na verdade, eles te dão uma boia circular (daquelas de parque aquático) preta e você senta nela e vai sendo levado pelo rio que passa por dentro de uma caverna. É bem mais tranquilo do que pensávamos, mas preciso dizer que foi uma experiência ÚNICA!!




[caption id="attachment_234" align="aligncenter" width="690"] Os preparativos[/caption]

Entramos na caverna com lanternas presas na cabeça, que foram bem úteis nos momentos em que o teto da caverna era bem baixo ou as laterais bem estreitas. Ao entrarmos no rio, com água estupidamente gelada, mesmo com roupa própria para isso, as guias nos deram barras de chocolate para comermos para não termos hipotermia...sentiu o frio... =S


Começamos o passeio passando por lugares tão estreitos que tivemos que nos empurrar contra o teto para afundarmos mais na água e conseguirmos continuar. Quando chegamos em locais mais amplos, as guias pediram para desligarmos as lanternas para vermos os glowworms grudados no teto. Esses bichinhos são lavas fluorescentes, que dão um tom mágico à caverna...parecem estrelas no teto...lindo demais!  São milhares deles e o silêncio de todos, fez o passeio ficar mais encantador. O momento auge foi quando estavam todas as boias enfileiradas no rio, sendo levadas por ele, e a guia começou a cantar músicas da Disney, que nos fizeram sentir dentro dos desenhos... Valeu MUITO A PENA, mesmo com o frio absurdo! (para mais fotos, entrem no site da empresa)




[caption id="attachment_1586" align="aligncenter" width="364"](foto emprestada) (foto emprestada)[/caption]

Depois de sairmos da água, pegamos a van de volta à empresa e tomamos banhos bem quentes e lanchamos para nos aquecermos mais ainda. Pegamos novamente a estrada e fomos até Rotorua, apesar do cansaço. A estrada era um breu só, sem nenhum carro passando, o que nos fez ficar com sono em alguns momentos...chegamos até a cogitar dormir em cidades antes, mas nenhum lugar pelo qual passamos parecia ter um hotel, de tão pequenas que eram. Paramos o carro algumas vezes para andarmos ao redor e acordarmos...foi tenso. Ao chegarmos em Rotorua, paramos no primeiro motel que vimos, o Pohutu Lodge Motel, que para nossa sorte, era excelente!!! Pegamos um quarto com banheira de hidromassagem e uma cama maravilhosa. O quarto na verdade era um apartamento, com dois quartos, dois banheiros e uma cozinha...um luxo só!




[caption id="attachment_235" align="aligncenter" width="690"] Luxo por duas noites[/caption]

Assim que chegamos fomos recepcionados pelos donos que moram ali também. São dois senhores muito bacanas, que nos deram várias dicas e fizeram lanche pra gente fora do horário permitido, já que viram que estávamos dirigindo há muito tempo e estávamos precisando comer algo. Prepararam um lanche com muitas torradas, queijos e bolos que saciou a nossa fome. Aproveitamos a banheira e nos esparramamos na cama super macia... Foi a noite mais bem dormida de todo o mochilão de 30 dias. =D


3°dia – domingo  (27/05/2012)


Acordamos por volta das 9h, tomamos um café da manhã excelente e fomos para o Wai-o-tapu Thermal Wonderlandver o geyser mais alto do parque entrar em erupção. Nos avisaram de que precisávamos estar lá por volta de 10h30 da manhã e ficamos nos perguntando o porquê da precisão do horário, já que era um fenômeno da natureza. Ao chegarmos lá, nós entendemos o motivo - não é uma erupção natural, mas sim induzida por um funcionário do parque, que joga um sabão dentro do buraco. Perdeu um pouco o encanto, mas mesmo assim, valeu a pena ver o geyser espirrar água a alguns metros de altura.




[caption id="attachment_236" align="aligncenter" width="690"] Geyser no início da erupção[/caption]

Depois deste geyser, seguimos andando pelo parque que tem muita atividade termal. Uma paisagem mais bonita que a outra... as trilhas são bem explicadas e há muita coisa para se ver...ficamos lá muitas horas encantados com o que vimos, apesar do cheiro forte de enxofre em todos os lugares.




[caption id="attachment_237" align="aligncenter" width="690"] Água quentinha[/caption]

Saímos do parque e fomos até uma cachoeira de água quente recomendada pelo dono do nosso motel. Com o frio que estava fazendo, um banho quente era bem visto em qualquer hora do dia, ainda mais de cachoeira, que era novidade para nós. Estacionamos o carro e fomos ainda agasalhados até a cachoeira. Nos deparamos com algumas pessoas tomando banho, super relaxadas...deu muita vontade de entrar. Trocamos de roupa ali mesmo no frio e entramos na água bem quente. Que delícia que estava! O problema era o cheiro de enxofre, que realmente incomodou um pouco. Começamos a nos perguntar se faria bem para o nosso organismo e decidimos não ficar muito tempo, já que estávamos na dúvida da resposta.




[caption id="attachment_238" align="aligncenter" width="690"] Cachoeira quente com pessoas aleatórias[/caption]

Voltamos para o carro com muito frio e fomos direto para o motel, tomar banho quente. Nos arrumamos, ficamos um pouco no quintal do motel apreciando a vista de um geyser explodindo e fomos dar uma volta na cidade, muito lindinha por sinal. Passamos no supermercado, compramos nosso jantar e voltamos para o nosso apê. Que dia relaxante...




[caption id="attachment_239" align="aligncenter" width="690"] Vista do motel[/caption]

4°dia – segunda (28/05/2012)


 Acordamos ás 9h, fizemos checkout do motel e fomos em direção ao aeroporto, onde pegaríamos um vôo até Christchurch, na ilha Sul da Nova Zelândia. Entregamos o carro no aeroporto mesmo e ficamos fazendo hora até o horário do nosso vôo. O aeroporto é uma graça, super pequenininho e o avião que pegamos também, com hélices externas, para a minha surpresa e pânico...




[caption id="attachment_240" align="aligncenter" width="690"] Teco teco...[/caption]

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mendoza, Puente del Inca e Uspallata em 3 dias

1°dia – domingo (22/05/2011)


Depois de 10 horas de viagem de ônibus desde Córdoba, cheguei em Mendoza às 9h da manhã. Passei no centro turístico da rodoviária e eles me indicaram um ônibus que passaria em frente ao meu hostel. Peguei o ônibus e depois que me dei conta de que precisava ter um cartão específico para pagar o ônibus, ou seja, não rolou pagar com grana. Mó mico...a sorte é que uma moça dentro do ônibus pagou para mim. =)


Cheguei no albergue, muito bonitinho por sinal, e fiz check in em um quarto com 5 camas e 1 só banheiro, só para mulheres pelo menos. Adorei o clima do albergue, porque é tudo colorido, novinho e a galera que estava nele era bem animada. Saí para andar na cidade e me dei conta de que tudo estava fechado, por ser domingo...que cidadezinha linda, viu... prédios baixinhos e casas, com muitas árvores e córregos nas ruas, com folhas amarelas e alaranjadas enfeitando ... Comprei o cartão pré-pago do ônibus e decidi ir até o Parque San Martin, onde tem o Zoológico e  o Cerro de La Gloria, principalmente.




[caption id="attachment_198" align="aligncenter" width="690"] Vista do Cerro.[/caption]

Adorei o passeio nos dois, principalmente no Cerro, por causa da vista desértica. Para chegar lá, peguei uma trilha com indicação de ser de 5 minutos, mas demorei uns 20, que subia desde o zoo até o topo do morro.  Lá de cima, tirei muitas fotos, lanchei e aproveitei para ler o guia e planejar minhas atividades na cidade.


Peguei um ônibus até a Plaza Independencia, onde estava sendo exibida uma peça de comédia, com muitas pessoas sentadas na grama, tomando chimarrão. Fiquei um tempo assistindo, mas depois de não achar tanta graça, decidi continuar andando. Fui no Museo Municipal Arte Moderno já que ele ficava dentro da praça, mas não achei nada demais.




[caption id="attachment_200" align="aligncenter" width="690"] A placa já diz tudo[/caption]

[caption id="attachment_199" align="aligncenter" width="690"] Teatro ao ar livre[/caption]

De lá, decidi começar o tour  em sentido horário pelas 4 praças equidistantes da Plaza Independencia, começando pela Plaza Espana. O mais  legal da praça é a água azul que está na fonte central, de onde é possível ver um painel com uma grande e antiga pintura em cerâmica. Alguns bancos, pessoas descansando e uma vegetação bem cuidada dão um clima delicioso à ela.




[caption id="attachment_201" align="aligncenter" width="690"] Plaza Espana, com água azul e cerâmicas pintadas.[/caption]

Depois de lá fui para a Plaza Itália, também muito bem cuidada. E para minha surpresa, água azul novamente na fonte central.




[caption id="attachment_202" align="aligncenter" width="690"] Plaza Itália, também com água azul.[/caption]

Depois de algumas fotos e apreciação, segui para a próxima praça, a Plaza Chile. Também com água azul em sua fonte e vegetação bem cuidada, mas agora com um plus ... sol nos bancos!




[caption id="attachment_203" align="aligncenter" width="517"] Plaza Chile.[/caption]

Aproveitei para me esquentar e descansar um pouco, antes de seguir para a última praça, mais perto do meu albergue, a Plaza San Martin. Nesta me deparei com muitos adolescentes andando de skate e bicicletas, o que me fez ficar pouco tempo, por causa da barulheira causada.




[caption id="attachment_204" align="aligncenter" width="690"] Plaza San Martin.[/caption]

Segui andando e fui novamente até a Plaza Independencia porque o pouco fluxo de pessoas na rua estava indo para lá. A peça ainda estava acontecendo e agora tinha uma feira de artesanatos bem bonitinha, onde só comprei o meu imã de geladeira, como de costume. Mas que deu vontade de levar muitas lembrancinhas, deu...


Voltei para o albergue e agendei o passeio do Tour Alta Montana para o dia seguinte . Conversei um pouco com minhas roommates e chapei na cama. Que delícia o quarto...


2°dia – segunda (23/05/2011)


Acordei às 6h, tomei um café da manhã bem gostosinho no albergue e esperei pela van que me levaria para o passeio agendado para às 7h. Coloquei diversas camadas de roupa, luvas e gorro e preparei minha mochilinha com câmera, bateria extra e lanchinhos. Entrei no micro ônibus com pouco sistema de aquecimento e logo logo estávamos na estrada vendo o sol nascer por trás das montanhas com neve eterna no topo. O visual é desértico e encantador...foi nessa estrada que o filme "7 anos no Tibet" foi gravado.




[caption id="attachment_208" align="aligncenter" width="690"] 7 anos no Tibet[/caption]

Depois de quase 2 horas de viagem, chegamos a Uspallata, um vilarejo bem simpático com um visual lindo, onde entramos em um restaurante para tomarmos chocolate quente e comprar quitutes deliciosos.




[caption id="attachment_206" align="aligncenter" width="690"] Vista do restaurante em Uspallata.[/caption]

Aquecidos, voltamos para o micro ônibus e seguimos viagem.  Depois de um tempo, paramos em um lugar considerado sagrado, com um riacho e uma ponte feita de pedras, muito linda por sinal. Conheci uma menina mexicana muito gente boa que também estava viajando sozinha. Foi uma boa companhia!




[caption id="attachment_207" align="aligncenter" width="690"] Ponte sagrada na estrada dos Andes.[/caption]

Seguimos até Puente del Inca e estava rolando um feira de artesanatos bem fofinha. Imã comprado, fotos tiradas, paisagem apreciada, hora de voltar para o ônibus.




[caption id="attachment_209" align="aligncenter" width="690"] A ponte mais diferente que já vi.[/caption]

Continuamos na estrada até que chegamos na entrada do Parque Aconcágua, com a montanha bem visível da entrada, toda linda. Que poderosa! Começamos uma trilha pelo parque e passamos por diversos laguinhos congelados. O visual é muito bacana, porque é um deserto com vegetação bem rasteira e montanhas rochosas, com neve no topo. No inverno, chega a ter até 5 metros de neve onde eu estava pisando...




[caption id="attachment_210" align="aligncenter" width="690"] Trilha do Parque Aconcágua, com a montanha ao fundo.[/caption]

Depois do parque, pegamos o ônibus de volta e paramos em um restaurante para o almoço que já estava incluído no passeio. Conheci outras meninas que também estavam viajando sozinhas, o que foi bem legal.  O almoço estava delicioso, assim como o meu soninho depois dele, dentro do ônibus em movimento. Só um detalhe... Se seguíssemos aquela estrada, chegaríamos em poucas horas em Santiago. =D


Ah! Existe siesta em Mendoza, então a cidade durante 12h e 16h está praticamente vazia, porque as pessoas voltam para casa para almoçar e dormir. Mas o lado bom é que ao chegar na cidade depois deste horário, está tudo aberto e tem muita gente andando pelas ruas...e fica assim até umas 20h, 21h.


Cheguei no albergue, tomei banho e entrei no facebook para acertar os detalhes do chopp com as meninas que conheci. Peguei um taxi, passei no albergue delas e fomos direto para a rua Aristides para um bar de tapas bem gostoso e chiquitoso (não lembro o nome). Bebemos algumas cervejas argentinas (Imperial) e comemos tapas e pizzas.  Saímos de lá um pouco tarde, mas nada muito absurdo, que me fizesse perder a hora no dia seguinte...


3°dia – terça (24/05/2011)


Acordei às 8h,  tomei café da manhã, arrumei minha mochilona e fiz checkout, deixando-a no locker do albergue. Às 10h, chegou a land rover da empresa do vôo de parapente. Passamos para pegar umas americanas bem metidas e seguimos para o topo da montanha, onde faríamos os saltos.  Que visual maneiro! Bem parecido com o dia anterior, mas a emoção do primeiro pulo de parapente fez tudo ficar mais legal do que o normal...




[caption id="attachment_212" align="aligncenter" width="690"] Vista do topo do morro, antes de voar[/caption]

O instrutor preparou todo o equipamento, analisou o vento, conversou com os outros instrutores e me chamou...que friozinho na barriga! Depois de alguns minutos me preparando para o pulo, tinha chegado a hora de pular em direção ao precipício, na cara e coragem. Nossaaaa!!! Muita adrenalina ... saí correndo junto com o instrutor e antes de cair no precipício o parapente já nos puxou para cima e a sensação foi maravilhosa. Ficamos 40 minutos voando, fazendo algumas estripulias até...o frio na barriga passou e deu para curtir bastante o passeio. Valeu cada centavo gasto...




[caption id="attachment_213" align="aligncenter" width="690"] Durante o vôo[/caption]

Depois do pulo, o motorista da land rover me deixou em um lugar bom para pegar ônibus para a região de vinícolas de Maipu. Tinha agendado um tour para as vinícolas, mas ele foi cancelado por  não ter gente suficiente...se quisesse conhecer, teria que ir explorar sozinha. E assim fui. Peguei um ônibus bem basicão até a cidade de Maipu e ao chegar lá, já fui procurar um lugar para alugar bicicleta. Li em alguns guias que passear de bicicleta por esta região é o máximo...e realmente é.




[caption id="attachment_215" align="aligncenter" width="690"] Estrada durante pedalada[/caption]

Passeei por várias vinícolas (as que mais gostei foram Tempus Alba - bem moderna e Familia di Tommaso, bem tradicional),  fui no Museu do Vinho e acabei bebendo além da conta nas degustações oferecidas ...tão além da conta que fui escoltada por uma moto de polícia local, porque não estava conseguindo andar em linha reta na estrada. =D Foi uma pedalada boa viu...quase perdi a hora de pegar o ônibus de volta para Mendoza.




[caption id="attachment_214" align="aligncenter" width="690"] Tour by myself[/caption]

Tinha comprado o meu ônibus de 12h  para Neuquén às 20h30 e cheguei no albergue às 19h50,ou seja, bem em cima da hora. Se tivesse um trânsitozinho a mais, perdia meu ônibus...ainda bem que deu certo!


domingo, 12 de agosto de 2012

Sydney e Blue Mountains em 5 dias

 On the way ...


Rumo ao outro lado do mundo - Austrália e Nova Zelândia!!!  O nosso vôo para Sydney partiu de Guarulhos no sábado, dia 19 de maio de 2012. Saímos do Rio na sexta, direto do trabalho, com dois mochilões enormes e muita animação para uma viagem de 30 dias juntos. Descemos em Guarulhos e esperamos o transfer do hotel que reservamos, que era o mais barato da cidade. Que muquifinho! O quarto e banheiro eram até arrumadinhos, só que a barulheira do corredor atrapalhou um pouco o sono. O café da manhã foi excelente, para compensar a madrugada...muitos bolos, suco, pães, cereais e outros. Comemos bastante e pegamos o transfer até o aeroporto, que saiu pontualmente do hotel, conforme solicitamos.


No aeroporto, despachamos as malas, ficamos esperando na sala de embarque e na hora prevista, entramos no avião da TAM, rumo a Santiago. A nossa passagem SP - Santiago - Sydney foi comprada no site da LAN, mas acabamos voando de TAM e QANTAS (excelente por sinal!).


Dormimos no vôo de 3 horas até Santiago e ao chegarmos lá, aproveitamos para passear pelas lojas da sala de embarque e depois sentamos para fazer hora no bar The Last Pisco Sour. Bebemos pisco e cerveja e comemos um sanduba, até que o nosso embarque foi anunciado, bem pontual por sinal. Entramos no vôo por volta das 13h30 do sábado e só chegamos em Sydney às 18h de domingo..fds inteiro no vôo. =P Dado o fuso horário de 13h, o vôo só durou mesmo 16 horas. E que vôo bom...poltronas confortáveis (e olha que fui de econômica), comidas e lanchinhos deliciosos, bebidas de todos os tipos (vinho, cerveja, blood, etc) e filmes excelentes, super atuais.  Como passou rápido...




[caption id="attachment_143" align="aligncenter" width="690"] Almoço bomzão.[/caption]

Dia 1 - domingo (20/05/2012)


Chegamos em Sydney e ao passarmos pela imigração, tivemos que apresentar a aprovação do visto (e-mail impresso), o comprovante de vacina de febre amarela, as passagens de voltas e ainda tivemos que explicar o nosso roteiro.  Momento tenso! rs Tudo aprovado, fomos em frente e ao chegarmos no saguão principal do aeroporto, lindo por sinal, compramos logo o chip mais barato que encontramos, com alguns gigas de internet, da empresa Optus. Compramos também dólares australianos na Travelex, que tinha uma taxa melhor do que no Brasil, mas que com certeza era mais cara do que as casas de câmbio da cidade. Em seguida, fomos em direção à estação de trem, que fica dentro do aeroporto e compramos os tickets para a estação mais perto do nosso hotel, em Kings Cross.




[caption id="attachment_152" align="aligncenter" width="690"] Metrô com dois andares, na estação do aeroporto.[/caption]

Estávamos bem cansados, desnorteados com a diferença de fuso. Achamos bem facilmente o Formule 1, que estava mais barato do que os quartos privativos em albergues. Compramos água em uma lojinha perto do hotel e tivemos o nosso primeiro baque financeiro => AUS$ 5, ou seja, R$11 uma garrafa de 500ml. Vai ser caro assim, hein... depois descobrimos que a água da torneira era potável, mas já era tarde...rs. Chegamos no hotel e desmaiamos na cama.


Dia 2 - segunda (21/05/2012)


Acordamos às 5  da manhã, prontos para passear. Saímos andando pela cidade, ainda no escuro, sem ninguém nas ruas. Apesar de terem falado que Kings Cross era meio barra pesada, sendo o red light district  de Sydney, não me senti nem um pouco ameaçada. Andamos em direção ao centro, passando pela Saint Mary's Cathedral,  Hyde Park e pela base da Sydney Tower, que estava fechada ainda.




[caption id="attachment_144" align="aligncenter" width="690"] St Mary's Cathedral às 6h da matina[/caption]

Passeamos pelas ruas do centro, praticamente sozinhos, já que não tinham muitos carros nem pessoas nas ruas. Estas do centro são repletas de lojas, restaurantes e galerias dentro de prédios modernos e antigos, que misturados, dão um clima delicioso ao centro.


Entramos na galeria no estilo vitoriano mais famosa da cidade (e mais bonita, na minha opinião), a Strand Arcade, que tinha acabado de ser aberta para os funcionários da limpeza. Conseguimos entrar para tirar  fotos, mas todas as lojas estavam fechadas.Depois entramos no Queen Victoria Building, que é um shopping tradicional da cidade, com lojas e bistrôs bem chiques. Como estávamos morrendo de fome, compramos alguns salgados (bem caros, por sinal!) em um quiosque de café e continuamos andando. Paramos para descansar perto do Town Hall, em uma praça que dava acesso à Saint Andrew's Cathedral, repleta de pássaros com bicos pretos e tortos, bem estranhos até.




[caption id="attachment_153" align="aligncenter" width="336"] Arquitetura do QVB[/caption]

Continuamos andando e chegamos no Tumbalong Park, onde o Chinese Gardens of Friendship está. Ele estava fechado quando passamos por ele e só iria abrir às 9h. Continuamos passeando e decidimos rodar por Chinatown e redondezas. Passamos em frente ao Paddy's Market, que também estava com suas lojas fechadas, mas conseguimos entrar e tirar algumas fotos.




[caption id="attachment_154" align="aligncenter" width="690"] Mercadão[/caption]

Fizemos hora passeando pelas ruas até que decidimos tomar café da manhã e como tudo era muito caro, procuramos o supermercado mais perto (Coles) e compramos pães, queijo, presunto e bebidas. Apesar dos preços bem caros (pacote de pão de forma por AUS$ 4, ou seja, R$9), nos divertimos no supermercado em busca do que tinha de mais barato e principalmente, na hora de pagar, em que nós mesmos fazemos o papel da pessoa que fica no caixa do supermercado, passando os produtos e pagando por eles. Haja confiança nos clientes! Sentamos na praça de alimentação do shopping e montamos nossos sanduíches para o dia inteiro. Que delícia ficaram! Comemos bem e quando estava perto de 9h, voltamos para o Jardim Chinês. Que lugar lindo...um canto de paz no meio da cidade, com vegetação e organização impecável, por um preço bem acessível. (AUS$6)




[caption id="attachment_155" align="aligncenter" width="690"] Refúgio.[/caption]

Saímos de lá bem relaxados e continuamos andando até que chegamos ao nosso lugar favorito: Harbourside. Um complexo com restaurantes e lojas bem na beira da baía, com muitos pássaros e pessoas alegres passeando. A vista deste ponto da cidade é simplesmente linda, com todos os prédios modernos do centro e o reflexo da baía com água super limpa. Sentamos em um banquinho para comer mais sanduíche e biscoitos e aproveitamos para interagir com os pássaros que são lindos, bem diferentes dos pombos cinzentos que temos por aqui. Vale a pena a visita!




[caption id="attachment_156" align="aligncenter" width="690"] Harbourside.[/caption]

Seguimos andando e chegamos ao Australian National Maritime Museum. Adivinha só ... Tinha acabado de atracar o barco réplica do James Cook, que saiu pela costa da Austrália refazendo todo o percurso deste  marinheiro que marcou a história do país. Um vento super badalado, com muitos comes e bebes, discursos e nós estávamos lá por coincidência.




[caption id="attachment_157" align="aligncenter" width="690"] Chegada da fragata.[/caption]

De lá, seguimos pela ponte até a área onde estão o Jardim Zoológico de Sydney, o Aquário de Sydney e o Museu Madame Tussauds. Compramos um pacote para visitar os três lugares (não necessariamente no mesmo dia) e também a Torre de Sydney, onde dá para ver toda a cidade de cima. Um preço bem mais em conta do que se comprássemos os quatro separados...


Começamos pelo aquário e adoramos! São tantas espécies diferentes, que só existem na Austrália...ficamos bastante impressionados. O mais legal foi ficar em um túnel onde tubarões, raias e outros animais grandes nadavam ao nosso redor, com funcionários do zoológico alimentando-os de pertinho. Deu um certo medo de estar ali, mas curtimos.




[caption id="attachment_158" align="aligncenter" width="690"] Túnel com aquário em cima.[/caption]

Saímos de lá bem cansados (acho que a diferença de fuso começou a bater) e decidimos andar até a Opera House, antes de voltarmos para o hotel. Acabamos pegando um caminho não muito movimentado, bem na margem da baía...a vista era bem bonita, mas estava em obras, então ficamos com uma sensação meio estranha. Passamos por baixo da ponte Sydney Harbour Bridge, tiramos algumas fotos e seguimos andando até que finalmente ...




[caption id="attachment_159" align="aligncenter" width="690"] A ponte.[/caption]

Tchan rannn... conseguimos vê-la, toda majestosa! A Opera House é realmente linda e se encaixa perfeitamente na cidade, na posição em que está...Ficamos do outro lado da baía, só apreciando-a, enquanto tomávamos nossas primeiras cervejas no restaurante Peter Doyle (cerca de AUS$ 11 cada garrafa de 500ml, aproximadamente). Ouch! =P




[caption id="attachment_160" align="aligncenter" width="690"] Vista do restaurante.[/caption]

Voltamos para o hotel andando e dormimos feito pedras. Eita fuso danado...


Dia 3 - terça (22/05/2012)


Acordamos às 5h da manhã com todo o pique do mundo. Decidimos ir para Blue Mountains, que fica a 2h de Sydney e tem uma natureza belíssima. Para ir e voltar no mesmo dia, só saindo bem cedo, então encaixou perfeitamente para nós! Ao sairmos do hotel, passamos em um supermercado e compramos os ingredientes do nosso café da manhã, que prepararíamos e tomaríamos no trem. Pegamos o metrô com as sacolinhas nas mãos e descemos na estação Central, de onde pegamos um trem para a cidade de Katoomba. Comemos nosso delicioso café (sanduíche e achocolatados) e aproveitamos para curtir a paisagem, que era praticamente cidades pequenas, com muita vegetação. Que paz!


Chegamos em Katoomba e logo vimos a loja da empresa que oferecia o tour até os pontos turísticos mais importantes da região em um ônibus especial, do tipo Hop on & Hop off  (você sobe e desce onde quiser). Até pensamos em comprar este tour, mas pelo preço, achamos melhor tentarmos de outra forma, com ônibus comum, caminhadas e mapas na mão. Foi até bem fácil, porque tudo fica bem explicado nos pontos de ônibus e as pessoas são bem simpáticas ao explicar. Enquanto esperávamos nosso ônibus, passamos em um restaurante/café muito fofo chamado The Paragon e compramos um chocolate quente, que caiu super bem no friozinho que estava.




[caption id="attachment_161" align="aligncenter" width="690"] The Paragon[/caption]

Pegamos o ônibus e descemos em Echo Point, onde fica a melhor vista para atração principal do parque, as 3 irmãs. Que lugar mágico! O visual é simplesmente incrível e o clima ameno só fez o passeio ficar melhor ainda.  Ficamos um tempo apreciando, tirando fotos e depois seguimos pelas trilhas indicadas.




[caption id="attachment_162" align="aligncenter" width="690"] As 3 irmãs...[/caption]

Começamos a fazer a Prince Henry Cliff Walk, mas logo nos deparamos com um bloqueio na trilha, causado por um incêndio. Eles redirecionaram a trilha e nós continuamos andando, nos deparando com quedas d'água lindíssimas, vistas de diversos ângulos. A vegetação também era bacana e o clima ameno facilitou bastante as seguidas horas de trilhas (acho que foram 3h).




[caption id="attachment_163" align="aligncenter" width="690"] Uma das cachoeiras...[/caption]

Até passamos por uma estação onde era possível pegar uma espécie de cable car, mas achamos melhor seguir andando. Chegamos até o ponto onde fica o Scenic World e aproveitamos para pegar o "carro elevador", que nos levou até o topo da trilha, nos poupando de uma baita subida. Que experiência maneira! Lembra um pouco montanha russa, com a trilha passando entre rochas e o carrinho andando com um velocidade bem alta, com você de costas. Valeu a pena!




[caption id="attachment_164" align="aligncenter" width="690"] Montanha russa fora de parque de diversão.[/caption]

Depois de lá, decidimos ir até Wentworth Falls, outra cidade, onde li que tinha a Trilha que Darwin fez em 1800, muito bem avaliada. O problema foi chegar até lá... Uma caminhada que parecia não ter fim pela cidade desértica, até chegarmos ao início da trilha. Nenhum carro ou cidadão no nosso caminho...impressionante. Ficamos andando por aproximadamente 1 hora, seguindo um mapinha que nem era muito detalhado. Que bom que deu certo, hein...




[caption id="attachment_165" align="aligncenter" width="690"] Deserto.[/caption]

Chegamos no início da trilha e até vimos alguns carros estacionados, mas bem menos do que em Echo Point. Começamos a trilha com uma temperatura bem mais gelada e um cansaço absurdo...mas valeu a pena! A vista é maravilhosa e a paz do lugar consegue ser maior do que em Echo Point, por causa da quase ausência de visitantes. Só de pensarmos em voltar andando bateu um desânimo...mas conseguimos, conversando bastante e fazendo planos para o dia seguinte.




[caption id="attachment_166" align="aligncenter" width="690"] Wentworth Falls[/caption]

Pegamos um ônibus até a estação de trem, onde aproveitamos para lanchar e descansar. Pegamos o trem de volta á cidade e quando chegamos no bairro do nosso hotel, Kings Cross, decidimos comer no restaurante japonês Wasabi Bistro, bem bom por sinal. Tudo o que pedimos estava divino e caiu perfeitamente bem. Voltamos para o hotel bem felizes. =D


Dia 4 - quarta (23/05/2012)


Acordamos às 6h e saímos para passear, dessa vez por Woolloomooloo. Vimos os primeiros mendigos da cidade e até fomos abordados educadamente por um. Passamos pelo Domain Park, pela Art Galley NSW e depois entramos finalmente no Jardim Botânico. Um lugar bem organizado, bonito e com um infra estrutura bacana. Paramos no restaurante/café para tomarmos o café da manhã e seguimos andando pelo jardim. Chegamos em um lugar do jardim com uma vista linda do Opera House. 




[caption id="attachment_167" align="aligncenter" width="690"] Vista do jardim.[/caption]

O clima do lugar é muito legal, com muitas pessoas praticando exercícios, fazendo picnic, passeando ou simplesmente sentadas na grama, pegando sol. Passeamos bastante e chegamos até a Macquarie's Chair, que possui uma vista lindíssima da baía + Opera House + Neutral Bay. Ficamos um bom tempo ali, tirando fotos, pegando sol e nos curtindo, até que decidimos ir até a Opera House, para vê-la de perto.




[caption id="attachment_168" align="aligncenter" width="690"] Melhor vista da cidade.[/caption]

Continuamos andando pelo jardim botânico mesmo até que chegamos ao destino desejado. Por estar em baixa temporada, algumas obras estavam em andamento. Deu para ver de pertinho e até entramos nela, pensando em fazer o tour por suas salas, mas depois de vermos o preço, achamos que não valia a pena. Queríamos mesmo comprar um ballet ou musical, mas não tinha nada passando, o que foi um pouco frustrante. Continuamos andando e paramos para lanchar na Estação Circular Quay, em um restaurante fast food de frutos do mar. Comemos patinhas de caranguejo e peixe fritos, simplesmente maravilhosos! Seguimos em direção ao Zoo e Museu, parando no meio do caminho para comprar mais comidinhas...


Chegamos no Zoo e vimos pela primeira vez cangurus e koalas ! Foi tão emocionante....o koala é o bicho mais lindo que já vi na vida! Tão gracioso, gordinho, calmo, parado entre os galhos do eucalipto, na maior parte do tempo dormindo (dome 18horas por dia). Foi incrível vê-los de tão perto... os cangurus, confesso, não me impressionaram tanto, até porque o espaço era pequeno e eles não saltaram como eu estava esperando...simplesmente se arrastaram. Tinham outros bichos legais também, mas só quis ficar com os koalas. =) Assistimos ao show dos koalas, em que uma funcionária do zoológico explica seus hábitos (eles só comem folhas de eucalipto, nada mais e nem bebem água!) e  sua história e ficamos ainda mais encantados com eles. Saímos de lá super felizes e querendo agarrar o bichinho, mas as leis de NSW não permitem toques no bicho.




[caption id="attachment_169" align="aligncenter" width="690"] Lindão.[/caption]

Fomos no Madame Tussauds e gostamos bastante. Os bonecos de cera são muito perfeitos...parecem realmente de verdade. Vimos o Obama, Lady Gaga, Leo DiCaprio, Brad Pitt e muitos outros..um melhor que o outro.




[caption id="attachment_170" align="aligncenter" width="690"] Arte perfeita.[/caption]

Depois de fotos engraçadas, saímos de lá e seguimos para o pub e cervejaria mais antigo da cidade, o Lord Nelson. Muito bom! Estava rolando um jogo de rugby  e o lugar estava lotado de  locais super entusiasmados com o jogo. Eu achei um esporte tosco por ser muito violento, pra ser sincera. Depois de algumas cervejas, decidimos nos dar ao luxo de pegar um taxi de volta para o hotel. =D




[caption id="attachment_171" align="aligncenter" width="690"] O pub dentro do hotel.[/caption]

Dia 5 - quinta (24/05/2012)


Acordamos às 8h e arrumamos nossas coisas, para fazermos o checkout. A ideia era deixar nossas mochilonas nos lockers do hotel e rodarmos o dia todo pela cidade, até o horário do nosso vôo para Auckland, que era no final do dia.  Saímos apenas com as mochilinhas e paramos para tomar café da manhã bem pertinho do nosso hotel, em um lugar chamado Detour espresso bar. Uma delícia por sinal. Continuamos andando até a Torre de Sydney, para usarmos os tickets já comprados. Muito legal a vista da torre...vale a pena!




[caption id="attachment_172" align="aligncenter" width="690"] Nada de Opera House nesta vista...[/caption]

Decidimos pegar um ônibus e ir para Bondilugar bastante recomendado nos guias. A praia realmente é bem bonita, mas como o tempo estava nublado, o visual não ficou tão deslumbrante como nas fotos que havíamos visto  nos guias. Paramos em um fast food para comer Fish & Chips (prato mais comum do país, composto por peixe e batatas fritas) e depois em um bar para beber boas cervejas e fazer hora até voltar para nosso hotel. O problema é que perdemos um pouco a hora...rs.


Pegamos o metrô até lá, pegamos nossos mochilões, pegamos o metrô até o aeroporto e ufa!, fizemos o checkin em cima da hora. Deu tempo de jantar pizza na sala de embarque e de pegarmos nosso vôo da JetStar de 4 horas rumo a Nova Zelândia. Apesar de muito animados com o nosso destino, dormimos que nem pedras no avião =)